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Policia

01/02/2018 13:38 Texto: Extra de Rondônia

CEREJEIRAS: Agente penitenciário é suspeito de lesão corporal e disparo de arma de fogo em boate

O fato aconteceu no dia 20 de janeiro de 2018, mas só foi registrado na última quinta-feira, 25, no quartel da Polícia Militar no município de Cerejeiras.

De acordo com o boletim de ocorrência, dois Agentes Penitenciários estavam numa boate quando teriam se envolvido numa briga com uma terceira pessoa.

Amigos dos suspeitos interviram e os retiram do local. Contudo, quando a vítima saiu do estabelecimento os agentes o esperavam do lado de fora, neste momento os ânimos se alteraram e um dos agentes foi ao encontro da vítima que o enfrentou e desferiu um soco em sua direção, não tendo certeza se o atingiu.

A vítima relatou que foi imobilizada pelo organizador do evento para por fim a questão, com isso, um dos agentes teria se aproveitado da situação e o golpeado com vários chutes do rosto, lhe causando diversos ferimentos.

Além disso, a vítima afirma que viu o suspeito sacar uma arma, tipo pistola, e apontando em sua direção chegando a disparar, porém, uma pessoa que estava próxima empurrou o agente desviando o curso do projetil, mas em seguida, o agressor teria disparado novamente para o alto. Uma testemunha ressalta que ouviu quando o agente pediu para alguém recolher as cápsulas deflagradas.

A vítima conta que não acionou a polícia devido estar muito machucado e foi em direção ao hospital, não sabendo se os agentes ficaram no local. Além disso, a vítima cita dois agentes na ocorrência, mas não esclarece se o segundo também teria lhe agredido ou apontado arma.

O policial militar que atendeu a vítima no quartel orientou que o mesmo procurasse a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) tendo em vista não haver flagrante do ocorrido.

Porém, a vítima disse que pelo suspeito trabalhar no presídio ao lado da delegacia, estava com medo, por isso, o registro da ocorrência foi feito via SISDEPOL.

Os nomes dos envolvidos não serão divulgados para não atrapalhar as investigações, mas após o inquérito concluído e remetido ao Ministério Público (MP) a reportagem trará o desfecho do caso.

 


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