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Política

14/02/2018 19:21 fonte: Rondonia Dinamica

Oito dos 18 parlamentares do PTB respondem a inquéritos no STF; Capixaba entre eles

8. Esse é o número de parlamentares do PTB que respondem a pelo menos um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de pouco menos do que a metade da bancada do partido no Congresso, composta por 16 deputados e dois senadores.

Desde o início do ano, o PTB virou o centro do debate político por conta da nomeação da deputada federal Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho. Filha do presidente da sigla, Roberto Jefferson, ela foi uma escolha do presidente Michel Temer. Mas o STF impediu sua posse, em decorrência dos processos trabalhistas que ela responde ou já respondeu na Justiça. Para se defender, a deputada gravou um vídeo, que acabou aumentando a polêmica. Cristiane também é investigada por associação ao tráfico de drogas.

Por conta da repercussão do caso e diante da possibilidade de o PTB indicar outro nome para ocupar o Ministério do Trabalho, a Lupa levantou junto ao STF todo os inquéritos e ações penais a que os parlamentares da sigla respondem. São investigações que vão de supostos crimes de corrupção à violência contra mulher. Veja a lista:

1) Alex Canziani (deputado federal pelo Paraná)

Presidente da Comissão do Trabalho da Câmara dos Deputados em 2010 e em seu quinto mandato, Alex Canziani responde no STF a um inquérito que tramita em segredo de Justiça desde 2012. Ele é acusado de estelionato, crime de quadrilha ou bando e falsidade ideológica. Com relatoria do ministro Luiz Fux, o inquérito 3544 foi enviado à Procuradoria-Geral da República em novembro do ano passado.

Em nota, o deputado afirmou desconhecer qualquer investigação envolvendo seu nome junto à Polícia Federal, o MPF ou o STF. Disse ainda que nunca foi intimado para prestar esclarecimentos e se colocou à disposição para fazê-lo.


2) Telmário Mota (senador por Roraima):

Telmário Mota responde a um inquérito por violência contra a mulher. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes. Em agosto de 2016, Mendes disse que havia “mínimos indícios da existência do crime”, a partir do exame de corpo de delito e das declarações da vítima. Uma reportagem da Folha de S. Paulo revelou, em julho de 2016, que a vítima é uma jovem de 19 anos que relatou ter sido agredida por Mota com socos e pontapés até desmaiar.

Em nota, o senador informou ter “convicção de que o inquérito será arquivado”. Os autos do inquérito foram remetidos à Polícia Federal no mês passado para novas diligências.


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